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No ano de 2005, o Núcleo de Documentação Histórica da Universidade Federal de Pelotas (NDH-UFPel), fundado em 1990, iniciou um projeto que se prolongou por 5 anos, o Dicionário de História de Pelotas, volume I, o qual envolveu 50 pesquisadores, na escrita de 185 verbetes.
O material foi organizado pelos professores Beatriz Ana Loner, Lorena Almeida Gill e Mario Osorio Magalhães, todos do Departamento de História da UFPel, e teve sua primeira edição física, com 500 exemplares, lançada no ano de 2010, a qual logo se esgotou. A segunda edição, com o mesmo número de livros, foi de 2012, em homenagem aos 200 anos de Pelotas, e também está esgotada. Por fim, em 2017, houve a disponibilização de uma versão e-book, que, nesse momento, já conta com mais de 150 mil visualizações.
A partir do ano de 2022, começaram as tratativas para o lançamento do volume II, agora sob a organização de Lorena Almeida Gill, Paulo Koschier e Jonas Vargas, os três vinculados ao NDH, e de Eduardo Arriada, professor da Faculdade de Educação e colecionador de fotografias sobre a história da cidade. No texto atual, procurou-se reescrever alguns verbetes para os quais havia estudos mais recentes, como “Indígenas”, “Charqueadores” e “Charqueadas”, por exemplo. Além disso, teve-se a pretensão de incluir temáticas que poderiam ter constado no primeiro volume, como cortiços e benzeduras, mas a maior parte da escrita vinculou-se ao que não havia sido ainda tratado, como a história dos bairros e a história das indústrias mais demandadas no acervo da Justiça do Trabalho de Pelotas, muitas delas fábricas de conservas, que foram e são bastante presentes na economia local, além dos cursos da UFPel, que não tinham sido ainda abordados, muitos dos quais vêm tendo seus documentos organizados pelo NDH, como Enfermagem e Ciências Domésticas, por exemplo. É importante também pontuar que, se o volume I teve o ano de 1960 como baliza temporal final, o presente volume buscou atender algumas instituições e temas socioculturais da história de Pelotas posteriores a essa data.
Trata-se de um livro que já se imaginava, há vinte anos, que teria que ser feito. O que não poderia se imaginar era o impacto que o volume I teria para contar a história de Pelotas, uma vez que o material se tornou referência para vários estudos e publicações.


















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